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A importância da contabilidade para o crescimento e desenvolvimento da sua empresa

Ao começar um novo negócio, independente do segmento ou tamanho da empresa, o olhar crítico à saúde financeira do estabelecimento é crucial para manter o negócio e levar a sua empresa mais longe.

Desta forma, o setor contábil se torna um dos mais significativos de uma empresa. Isso ocorre, pois, todas as obrigações financeiras, seja com público externo ou interno, serão realizadas pela contabilidade.

Com a contabilidade auxiliando a administração das empresas, é possível verificar decisões em relação ao futuro da organização, pois esse setor viabiliza todos os dados financeiros, como a receita, as despesas, os custos, a lucratividade, além de analisar e comunicar a situação para o responsável da corporação. Sendo assim, é possível ter um olhar mais preciso, preservando a saúde financeira do negócio e traçando os próximos passos com cuidado.

Confira os benefícios da contratação de serviços de contabilidade

Menos riscos

Como mencionado acima, o controle da saúde financeira e administrativa da empresa é indispensável, pois desta forma evitamos riscos de se endividar ou até mesmo fechar. Isso acontece porque todos os dados financeiros (monitoramento do fluxo de caixa, gestão de saldos bancários), administrativos (prestação de contas internas), patrimoniais (equipamentos, mobília, frota de veículos), de gestão de estoques (relatórios de acompanhamento) e no planejamento tributário (em suas operações) estarão sempre sendo analisados, e a contabilidade apresentará o melhor trajeto a ser seguido, prevendo inclusive situações de ameaça.

Apoio no planejamento estratégico

Quando se tem o controle das finanças da sua organização, fica muito mais fácil tomar decisões estratégicas e que sejam benéficas para todos. Com os dados financeiros em mãos, é possível organizar com cautela o futuro da empresa.

Organização

Ter em dia sua inscrição cadastral (CNPJ válido, Inscrição Estadual ativa, Inscrição Municipal que prevê todas as atividades de prestação de serviços), o contrato social ou instrumento de constituição da empresa com informações para a sua governança, a regularização cadastral na Previdência Social, ou seja, a organização de toda sua documentação é fundamental para o desempenho da sua companhia, afinal, todo o histórico administrativo da empresa será protegido por eles.

Uso inteligente de recursos

Sem uma consultoria contábil por trás, muitas empresas acabam não tendo o controle e planejamento financeiro e administrativo, não sabendo exatamente onde e como investir na empresa de forma tática. Por isso, é importante ter uma consultoria diária que responda de forma imediata as suas incertezas podendo evitar assim prejuízos em contratos ou mesmo na correção de suas notas fiscais. Com a contabilidade, os gastos irrelevantes não existem, uma vez que, será feito um aproveitamento total de todos os recursos, fazendo o uso inteligente do dinheiro e evitando os gastos desnecessários.

Portanto, se pensa em abrir uma empresa, ou já tem uma, conte com a Impactus Contábil vamos te apoiar na condução dos negócios.

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Como fazer o cálculo do acerto trabalhista?

O processo é bem simples, mas exige uma série de informações que devem ser compreendidas tanto pelo empregador e pelo empregado dentre elas são:

Saldo de salário: deve-se dividir o salário do trabalhador por 30 e após multiplicar o valor pelo número de dias trabalhador naquele mês;

Férias vencidas (que ainda não extrapolaram o período de concessão): valor do salário mensal somado a 1/3 dele;

Férias vencidas (que já extrapolaram o período de concessão): o período é pago em dobro. Deve-se multiplicar o salário por dois e sobre ele se calcular 1/3;

Férias proporcionais: divide-se o salário por 12 e se analisa em quantos meses o trabalhador prestou ao menos 15 dias de trabalho após completar o último período aquisitivo. Multiplica-se o resultado da divisão por esse número de meses com a adição de mais 1/3;

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Você sabe o que é Certificado Digital e para que serve?

O Certificado Digital é a identidade eletrônica de pessoa ou empresa, é como uma carteira de identificação virtual. Ele é uma opção mais sustentável, moderna e segura aos documentos em papel.

O Certificado Digital tem a mesma autenticidade e validade jurídica da assinatura em papel, assinada de próprio punho. Em resumo, as utilizações são bem ampliadas, como assinar digitalmente contratos e ter acesso a serviços públicos por portais, exemplo: Receita Federal ou do INSS.

Como obter o Certificado Digital?

A compra de um certificado pode ser dividida em três etapas: compra do Certificado Digital ideal para você ou seu negócio; emissão do Certificado Digital, etapa de validação dos documentos que pode ser feita via videoconferência (conforme regras) ou presencialmente; instalação do Certificado Digital na máquina em que ele será usado.

Quem precisa de Certificado Digital?

Todos podem se beneficiar do Certificado Digital no dia a dia, seja na assinatura digital de documentos, facilitando o deslocamento até cartórios e gastos adicionais, ou até mesmo uma empresa que precisa emitir Nota Fiscal Eletrônica (neste caso a utilização da certificação é obrigatória).

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Contabilidade Condominial

A contabilidade de condomínios é um dos temas que mais geram pânico aos síndicos. O tema engloba registros financeiros e patrimoniais que podem ser, sim, complexos.

Segundo as regras que regem o condomínio, é obrigação do síndico prestar contas de sua gestão, referente ao ano anterior, perante a Assembleia Geral. No entanto, aqueles que contratam este serviço obtém de vários benefícios e tranquilidade para a sua rotina.

Contudo, vale lembrar que o síndico é considerado o representante oficial do condomínio perante a lei. Isto é, que em caso de irregularidades o gestor pode ser penalizado inclusive na parte de administração de condomínios e contabilidade. Dependendo da ocasião, pode ocorrer a destituição do síndico, além de processos civis e criminais.

Vamos abordar neste artigo quais são essas vantagens e porque investir no serviço especializado:

Gestão financeira transparente é fundamental

Em grande parte dos condomínios as finanças são motivo de desavenças e conflitos. Como citamos esta é uma obrigação do síndico, já que ele é o responsável pelas prestações de contas mensais e anuais, e deve ter disponibilidade para apresentar os documentos fiscais e financeiros a qualquer momento quando for exigido por um dos condôminos.

Muitas vezes o síndico não tem o preparo necessário para exercer tal função e ocorre a má gestão na prestação de contas ou, pior, acabam colocando em risco a situação financeira do condomínio. Neste sentido, uma gestão financeira transparente oferece segurança aos condôminos e confiança em relação ao serviço que está sendo prestado.

Investir em uma contabilidade especializada em gestão condominial a rotina do síndico e a prestação de contas do prédio será acessível e transparente para todos os moradores. Como há recurso de vários condôminos envolvido, é fundamental necessário que essas pessoas tenham a tranquilidade de que o seu dinheiro está sendo bem aplicado.

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05 dicas de contabilidade para empreendedores

1 — Defina seu plano de negócios

Ao iniciar qualquer atividade é necessário saber o que você deseja, qual são seus planos para a empresa, por exemplo, se terá sócios, sua perspectiva de faturamento e qual o regime tributário que irá escolher.

Os dois primeiros pontos: sócios e perspectiva de faturamento, ajudam a determinar o regime tributário. Se tiver sócios, muito provavelmente a empresa será uma Sociedade Limitada. Caso não tenha, pode ser um Empresário Individual ou uma Sociedade Limitada Unipessoal(SLU)

O faturamento, por sua vez, vai te auxiliar a estabelecer a faixa de tributação que sua empresa deve ser enquadrada, os mais comuns são: Simples Nacional e o Lucro Presumido.

Com os dois fatores anteriores decididos agora fica mais fácil, na definição do regime tributário que deve ser adotado. Vamos ser mais detalhistas nessa parte, no próximo item.

2 — Analise o regime tributário

O regime tributário é um dos principais pontos que vão te auxiliar a definir qual o tipo de sua empresa como um todo, fizemos um tópico a parte sobre esse tema, pois essa escolha será crucial para a definição de qual alíquota de impostos sua empresa vai ser enquadrada daqui pra frente.

Um item importante que será analisado nessa etapa como já foi citado, é a questão do faturamento da empresa, mas existem outros inúmeros que devem ser analisados cuidadosamente pelo seu contador, para impedir que sua empresa não pague mais impostos excessivos ou que corra o risco de ter contratempos com a Receita Federal.

Os principais regimes tributários são o Simples Nacional e o Lucro Presumido, na grande maioria dos casos o escolhido é o Simples Nacional, onde os pagamentos de vários impostos é feito através de uma única guia mensal, isso simplifica o controle do calendário de impostos de qualquer organização.

O Simples Nacional conta com inúmeros anexos e também com várias faixas de tributação que podem ser utilizadas.

Portanto, o ideal é estudar juntamente com seu contador em qual faixa sua empresa se encaixa, levando em conta a atividade principal e o faturamento da mesma, se tudo se enquadrar no Simples se esta for a melhor opção.

O regime tributário pode ser modificado e pode ser realizado uma vez ao ano, geralmente no mês de novembro, e assim no próximo ano sua empresa já começa utilizando o novo regime tributário.

3 — Faça um planejamento financeiro

Você já deve ter ouvido ela inúmeras vezes, mas nunca é demais lembrar da importância de um bom planejamento financeiro.

Esse processo deve ser diariamente em qualquer empresa. Principalmente no início que qualquer negócio é primordial formar sua estratégia de finanças. Realizar esse processo com cuidado e atenção logo no início do seu negócio faz com que sua empresa comece firme e com os pés no chão.

Caso ainda não tenha feito essa análise no início do processo faça agora. Caso contrário, cedo ou tarde sua empresa estará uma desordem e você irá sentir as consequências de não ter realizado essa etapa.

Um bom planejamento financeiro é controlar o total das movimentações da sua empresa, seu fluxo de caixa e projeções de entradas e saídas. Desta forma tudo simplifica e você irá conseguir ter a visão de tudo de forma mais clara e com números reais e precisos.

Manter suas finanças sob controle e em dia com certeza irão impactar positivamente na contabilidade.

4 — Mantenha organizado o calendário de impostos

Além de manter seu controle financeiro sob controle é necessário ficar atento ao calendário de pagamentos de seus impostos, pois atrasos podem acabar atrapalhando seu negócio como um todo.

Caso sua empresa tenha optado pelo Simples Nacional esse processo é fácil, afinal, terá uma única guia mensal para pagar, onde todos os impostos estão inclusos nela, a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). É necessário ficar sempre atento ao vencimento dessa guia, geralmente ocorre no dia 20 de cada mês.

Mas, caso sua empresa se enquadre no regime de Lucro Presumido, o processo é um pouco mais complicado, existem 5 guias de impostos para pagar, que podemos ter diferentes datas de vencimento (ISS, PIS, Confins, IRPJ e CSLL). Desta forma é importante ficar atento e manter seu calendário de tributos sempre atualizado.

5 — Conte com um bom contador

O processo contábil apesar de ser compreensível para qualquer pessoa interessada em aprender, conta com uma série de particularidade e variáveis, por esse motivo é necessário que sua empresa conte com um bom profissional contábil, que tem conhecimento sobre o assunto.

A parceria entre empresa e contador deve ser aberta, ou seja, para que a contabilidade possa ser feita da forma honesta, com agilidade e eficiência, é importante sua participação na entrega das informações necessárias ao contador. O empresário precisa entender quais são as suas responsabilidades e as do contador. Não omita informações do seu contador, isso pode ser prejudicial para sua empresa e trazer graves problemas.

É de responsabilidade do empresário fornecer todas as informações econômicas e financeiras de forma completa, clara e íntegra.

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Simples Nacional, se a sua empresa faz parte dessa modalidade confira os prazos para regularização.

O prazo de regularização de pendências relativas a débitos impeditivos do Simples Nacional foi postergado até o dia 31 de março deste ano, por uma medida do Governo publicada na última segunda-feira (24) no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução nº 164/2022.

As regularizações de pendências relativas a débitos impeditivos à adesão ao Simples Nacional podem ser feitas até o dia 31 de março de 2022 pelas empresas já constituídas.

Mas fique atento, a adiamento é referente a regularização de débitos, e não ao prazo de adesão ao Simples Nacional, esse não sofreu alteração.

O prazo de adesão ao Simples Nacional 2022 foi adiado?

O prazo de adesão ao Simples Nacional continua o mesmo, a Receita Federal já emitiu um alerta a respeito desta informação, as empresas que queiram integrar o Simples Nacional têm até o dia 31 de janeiro de 2022 para formalizar o pedido.

Isso está confundindo muitos contribuintes, pois eles pensam que o prazo de adesão foi prorrogado com o prazo de regularização de débitos impeditivos, mas não foi isso que ocorreu.

O contribuinte deve fazer a solicitação de adesão até o dia 31 de janeiro e tentar regularizar as suas pendências o mais rápido possível, para conseguir validar a sua adesão e integrar o Simples.

O Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime tributário para Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), esse regime oferece diversas vantagens isso que faz dela uma opção concorrida.

O Simples Nacional oferece menos burocracia que outros regimes, afinal, todos os tributos das empresas que integram o Simples são pagos através de uma guia de recolhimento única.

Além disso, ele oferece uma carga tributária menor, se compararmos com outros regimes de tributação.

Então as empresas devem realizar a adesão no prazo para aproveitar essas vantagens.

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Uma boa gestão financeira empresarial estratégica deve possuir cinco etapas fundamentais, cada uma dedicada a um propósito.

Confira!

1.  Orçamento

No orçamento, deve-se programar as receitas, despesas, custos e investimentos. Anualmente, deve-se fazer um orçamento que planeje esses gastos de acordo com os objetivos da empresa e as estratégias para atingi-los.

2.  Elaboração das estratégias

Na segunda etapa, deve-se traçar os planos de ações que serão feitos durante um período que também deve ser firmado. Esses planos precisam estar de acordo com as metas e objetivos da empresa.

Aqui, leva-se em consideração projeções de vendas, custos, investimentos e toda a situação financeira da empresa, criando cenários para que esses planos sejam funcionais de verdade e para ter soluções diante cenários divergentes.

3.  Criar um cenário

É importe não somente criar um cenário-base, mas também um cenário positivo onde a receita da empresa será maior ou os custos e despesas inferiores aos planejados.

Também é interessante pensar em um cenário chamado de stress ou pessimista, quando os mesmos números de receita, custos e despesas são superiores ao que se esperava.

4.  Criação de políticas financeiras

Nesta fase, as políticas de recebimento e pagamento devem ser projetadas. As de recebimento incluem decidir quais os modelos serão usados, como à vista, a prazo, dinheiro, cartão, boleto, entre outros.

Já as de pagamento constituem decidir se trabalharão com fornecedores que aceitam pagamento à vista ou a prazo.

Ambas as decisões referem-se o capital de giro da empresa, pois é nas formas de recebimento e pagamento que se realizam os ciclos financeiros dos negócios.

Também deve-se estabelecer a distribuição de lucros, decidindo quais são as condições, a periodicidade e o percentual para que haja repartição.

5.  Ferramentas do gerenciamento financeiro estratégico

Para administrar todas as etapas citadas, é importante fazer o uso de ferramentas de controle de gestão. Elas vão te auxiliar e ter uma visão geral da realidade da organização, facilitando os planos de ações, mudanças, alcance de metas de objetivos.

Dentre elas são:

Receitas: todos os valores recebidos da empresa, seja a partir de vendas de produtos ou serviços, juros ou venda de ativos.

Despesas: todo gasto que envolve o funcionamento da empresa, como contas de aluguel, internet e energia.

Custos:  gastos com matéria-prima e salário dos colaboradores da produção.

Capital de giro: recursos financeiros que mantém as operações diárias da organização.

Demonstração do resultado do exercício (DRE): relatório de um período específico que lista receitas, despesas e lucro líquido.

Ponto de equilíbrio: quando as receitas da empresa são as mesmas que as despesas e a empresa passa a “se pagar”. Ainda não há lucro.

Balanço patrimonial: relatório que mostra os ativos, passivos e patrimônio líquido da empresa.

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Desenquadramento do MEI: Saiba quais fatores que estão ligados a esse evento.

Primeiro, como acontece o desenquadramento do MEI?

Isso ocorre quando o empresário deixa de atender alguma condição – ou algumas condições – determinada para ser Microempreendedor Individual, como:

  • Ultrapassar o limite de faturamento anual de R$ 81 mil;
  • Realizar atividade não permitida ao MEI;
  • Incluir um ou mais sócios na empresa;
  • Se tornar dono ou sócio de outra empresa.

Quando isso acontece, o profissional não pode mais atuar como Microempreendedor Individual e deve optar por outro regime de tributação de empresa, como microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP).

O desenquadramento também pode acontecer por opção quando uma empresa deseja crescer e faturar mais, por exemplo.

Como faço o desenquadramento por opção própria?

O desenquadramento do Microempreendedor Individual pode ser realizado de forma simples e online por meio do serviço “Desenquadramento do SIMEI”, disponibilizado pelo Portal do Simples Nacional.

Antes de realizar esse processo, entretanto, o MEI deve gerar um código de acesso – necessário para acessar a plataforma do Simples Nacional. Isso também pode ser feito online no site do Simples.

Com esse código de acesso, o empreendedor deve:

  • Acessar o Portal do Simples Nacional;
  • Escolher a opção “Comunicação de Desenquadramento do SIMEI”;
  • Selecionar o motivo do desenquadramento e a data em que ocorreu o fato gerador dessa mudança (como ultrapassar o faturamento anual máximo).

Vale lembrar que, quando o MEI é desenquadrado automaticamente (como informado abaixo), basta só confirmar o desenquadramento pelo portal do Simples – não é necessário fazer o passo a passo acima.

Quando o desenquadramento do MEI é obrigatório? E qual o prazo para ser comunicado?

  • De acordo com o Portal do Empreendedor, o desenquadramento é obrigatório quando o MEI:
  • Ultrapassar o limite de faturamento bruto anual de R$ 81 mil. Neste caso, a comunicação deve ser feita até o último dia útil do mês seguinte ao que o limite foi ultrapassado.
  • Não atender alguma das seguintes condições: exercer atividades permitidas ao Microempreendedor Individual; ter apenas um único estabelecimento; não participar de outra empresa como titular, sócio ou administrador; não contratar mais de um funcionário. Se alguma dessas condições for descumprida, o desenquadramento deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao de ocorrência da situação impeditiva.
  • For excluído do Simples Nacional. Neste caso, o desenquadramento deve seguir as regras do artigo 81 da Resolução CGSN nº 140, de 2018.

Importante: no primeiro ano de atividade do MEI, o limite de faturamento deve ser proporcional aos meses trabalhados (R$ 6.750 multiplicado pelo número de meses). Quem começou em julho, por exemplo, pode faturar até R$ 40.500 naquele ano – caso ultrapasse esse limite, pode ser desenquadrado.

Quando o desenquadramento é automático?

Segundo o Portal do Empreendedor, o desenquadramento é automático quando:

  • A natureza jurídica da empresa é alterada para algum outro tipo diferente de empresário individual;
  • Uma atividade econômica não permitida ao MEI é incluída no CNPJ da empresa;
  • Uma filial é aberta.

Nestes casos, o desenquadramento ocorre de forma automática a partir do mês seguinte ao da ocorrência de uma dessas situações citadas.

O desenquadramento pode ser confirmado pelo empreendedor no portal do Simples Nacional.

Quando o faturamento anual máximo é ultrapassado, o MEI deve ser desenquadrado manualmente.

Quem é desenquadrado é excluído do Simples Nacional?

Não! A empresa desenquadrada como MEI passa, a partir da data de início dos efeitos do desenquadramento, a recolher os tributos seguindo a regra geral do Simples Nacional, como microempresa ou empresa de pequeno porte – exceto se o motivo para o desenquadramento tiver sido a exclusão da empresa do Simples.

O que fazer caso o MEI seja automaticamente desenquadrado mesmo seguindo todas as regras?

Caso o MEI seja desenquadrado sem ter solicitado por isso nem descumprido nenhuma regra da categoria, é necessário procurar um posto de atendimento da Receita Federal para entender o motivo do desenquadramento – e os procedimentos necessários para a resolução do problema.

Como cancelar um pedido de desenquadramento do MEI? Quem pediu o desenquadramento do MEI e, mas deseja cancelar essa operação, o recomendado é buscar ajuda na Receita Federal. Cada caso é analisado individualmente e a resposta pode variar de acordo com cada situação.

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Mudança na forma de pagamento do IR, Restituição de Imposto de Renda de 2022 poderá ser recebido via PIX.

A Receita Federal informou que a restituição do Imposto de Renda deste ano poderá ser paga via Pix. Segundo o órgão, porém, o crédito só será repassado nesta modalidade se a chave Pix for igual ao CPF do contribuinte titular da declaração. Não serão aceitos Pix com chaves aleatórias, de telefone ou e-mail.

“Até ano passado, era possível indicar conta bancária, conta poupança e conta de pagamento. Neste ano, haverá uma nova opção, que será Pix. Ao assinar essa opção, não será necessário preencher conta bancária; será utilizada a chave Pix com o CPF, e a conta vinculada a essa chave é que receberá a restituição”, explicou José Carlos da Fonseca, auditor fiscal e supervisor nacional do Imposto de Renda.

Para os contribuintes que tiverem imposto a recolher, o pagamento também poderá ser feito por Pix. O documento virá com o código de barras pra permitir o pagamento, como na imagem abaixo:

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2022 terá início no dia 7 de março e será encerrado em 29 de abril.

Quem entrega nos primeiros dias do prazo tem mais chances de entrar nos primeiros lotes de restituição. A recomendação dos especialistas é se antecipar e já separar os documentos o quanto antes, para garantir a melhor restituição ou menor pagamento, minimizando os riscos de malha fina.

Quem deixar o prazo final passar, deverá pagar multa de 1% ao mês sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto a pagar. A previsão da Receita é receber 34,1 milhões de declarações, mesmo número do ano passado.

Em 2022, o IR completa 100 anos e reúne debates sobre alterações das regras, como a limitação de descontos, taxação de lucros e a correção da tabela de pessoas físicas.